sábado, 25 de abril de 2009
20 de abril
Meu aniversário foi comemorado 4 vezes!!! Iúúúúpi!!!







Começou no domingo (dia anterior). Como o Beto tinha que viajar no dia 20, fomos almoçar num restaurante para comemorar meu aniversário com ele. Apple Bee´s. Muito bom! Comemos à beça! Coincidência: a garçonete falava um português mais ou menos, já que tinha morado em Portugal por 4 anos!

Depois, à meia-noite, um parabéns surpresa! Já estava dormindo e me acordaram cantando com vela e tudo!!!

No dia mesmo do aniversário, tinha um cartão suspresa no banheiro me esperando. Depois Marcella nos levou para conhecer Jacksonville e almoçamos por lá, no Marina Café. Um bar restaurante na beira do rio, muito simpático.


Na terça, ganhei brownie com velinhas e língua de sogra do Bobby Esponja! Adorei!

Parabéns para mim e para todos que promoveram e participaram de momentos tão felizes! E obrigada pelos telefonemas e e-mails!!!

quinta-feira, 23 de abril de 2009
Yes, you are!

Essa é a frase mais ouvida pela Beatriz aqui nos States! Mas não é só dizer "Yes, you are", assim, sem nenhuma entonação. Não! Tem que ser assim: IÉÉÉÉSSIUÁÁÁÁÁÁÁÁÁRRR, IÉÉÉÉSSIUÁÁÁÁÁÁÁÁÁRRR!!! Sempre duas vezes seguidas.
Vocês devem estar se perguntando QUANDO isso acontece. Pois bem, aqui vai: no mercado, no shopping, na rua, nas visitas, enfim, em qualquer lugar, a Bia sempre causa sensação. Lógico, foférrima como ela é, não podia dar em outra coisa. As pessoas (mulheres, na maioria) chegam perto dela e dizem as seguintes frases:
Oh, little princess! IÉÉÉÉSSIUÁÁÁÁÁÁÁÁÁRRR, IÉÉÉÉSSIUÁÁÁÁÁÁÁÁÁRRR
Oh, you are so cute! IÉÉÉÉSSIUÁÁÁÁÁÁÁÁÁRRR, IÉÉÉÉSSIUÁÁÁÁÁÁÁÁÁRRR
Oh, how gorgeous you are! IÉÉÉÉSSIUÁÁÁÁÁÁÁÁÁRRR, IÉÉÉÉSSIUÁÁÁÁÁÁÁÁÁRRR
Oh, what an adorable baby! IÉÉÉÉSSIUÁÁÁÁÁÁÁÁÁRRR, IÉÉÉÉSSIUÁÁÁÁÁÁÁÁÁRRR
No início, Bia se assustava um pouco e ficava séria e desconfiada. Hoje, ela já dá um sorrisão! O que gera um IÉÉÉÉSSIUÁÁÁÁÁÁÁÁÁRRR extra. Marcella acha que deve ser alguma espécie de mantra americano para estimular o sorriso do bebê. Pode ser... Só sei que funciona.

Páscoa III

Depois dos irmãos Wright, seguimos para o Forte Raleigh. Diz a lenda que ali foi o primeiro lugar a desembarcar um grupo de ingleses para a colonização da América. Depois de assentados, o navio britânico voltou para a Inglaterra. Tempos depois, quando novos ingleses vieram ter com os assentados, não havia mais ninguém!!! O forte estava lá, o local parecia normal e funcionando, mas as pessoas haviam simplesmente desaparecido!!! Mistério não solucionado até hoje! Construíram uma réplica do forte onde acontecem encenações contando o episódio.

Próximo ao forte, fica o The Elizabethan Gradens. Uma espécie bem menor de Jardim Botânico, criado para homenagear a Rainha Elizabeth I que patrocinou a vinda dos ingleses para o Mundo Novo. O lugar é belíssimo! Muitos jardins, muitas flores, tudo organizadíssimo como os ingleses gostam. Lindo! Porém, caro! Acabamos não entrando porque ficaria muito caro e havia outros interesses... Mas deu para ter uma idéia só de olhar pela janela!


Dali seguimos para Virgínia, estado ao norte da Carolina do Norte. Chegamos em Virginia Beach, cidade à beira da praia (dããã...). Muito bonitinha e o que chamou a nossa atenção é que não tem rua na orla, apenas calçadão. Os hotéis, ou resorts, ficam nesse calçadão. Só que o vento ainda estava de lascar e não deu para ficar muito tempo por lá...

Fomos então para Williamsburg. No caminho, em Norfolk, uma escapada fenomenal!!! Uma ponte enorme que vira túnel em duas partes nos fez sair da rota original só para viver a experiência, realmente inesquecível, de passar por um túnel submerso! A paisagem é fantástica! A ponte termina numa mini-ilha e reaparece algumas milhas depois em outra mini-ilha! Isso olhando por fora... Na verdade, ela desce por um túnel e continuamos por baixo dágua até atingir a outra ponta novamente. Melhor ver as fotos porque explicar está meio difícil!!! A ponte leva a um lugar para o qual não íamos, por isso voltamos e passamos por tudo outra vez! SHOW!!! Obs: a foto em que aparecemos de nariz tampado foi tirada no momento em que submergimos...



De volta ao roteiro, chegamos a Williamsburg. Lá começou a colonização inglesa dos Estados Unidos (sei que já disse isso antes, nós também ficamos intrigados. Aqui todo mundo quer ser o primeiro em tudo, por isso existem vários lugares considerados o primeiro acampamento de colonização, o primeiro lugar em que os ingleses chegaram...). É uma espécie de mini-Disney histórica (ok, estou usando mini de novo...). São três cidades: Williamsburg, Jamestown e Yorktown. Jamestown foi a cidade em que os ingleses chegaram, Williamsburg foi a primeira colônia e Yorktown foi onde os americanos conseguiram expulsar os ingleses, tornando-se independentes.

Só conseguimos ir a Jamestown. É uma reconstrução da época, com forte, aldeia de índios, barcos... Muito legal! As pessoas que nos recebem estão vestidas com roupas típicas, fazem artesanato e explicam como era a vida nos anos 1600. Disseram que esses atores vivem/moram realmente lá. Coisa de americano... O forte é triangular e serviu de pouso para os primeiros colonizadores. A aldeia dos índios, imaginem!, é a de Pokahontas!!! Ali viviam os índios Powhatan em suas ocas cobertas de peles, pacatamente, até que James chegou e tudo mudou! No início, tudo bem, depois, desavenças e extermínio total. Bem, disso nós já sabemos... Pokahontas era filha do cacique e a história dela, Disney já contou (favor rever o filme).




As outras atrações ficarão para uma próxima viagem. Tínhamos que voltar, pois o Beto trabalhava na terça pós-Páscoa. Uma pena, já que as meninas estavam em semana de Spring Break. Mas tudo bem! Voltamos para casa com muita história e paisagem para lembrar! O passeio foi fantástico!
domingo, 19 de abril de 2009
Páscoa II
Viajando na Páscoa...














No final de semana da Páscoa fizemos uma viagem suuuuper legal! (Tudo bem, sei que estou atrasada! Não tenho tido muito tempo para escrever, com essa vida de assistente de housekeeper e babysitter...). Fomos para Outer Banks. Na costa da Carolina do Norte, existem várias ilhas estreitas formando uma verdadeira barreira para o mar - são os Outer Banks. Ali encontramos dunas, áreas preservadas de vegetação típica da costa marítima, pássaros de todo tipo, além de surfistas, windsurfistas, kitesurfistas, enfim, um paraíso para quem gosta de praia, onda, águas calmas para velejar e muito vento!

Para chegar, pegamos um ferryboat que leva duas horas de viagem!!! A primeira meia-hora foi de muita animação! Até porque as meninas nunca haviam andado num. Visita ao espaço dos passageiros (com televisão e máquina de coca-cola), subida ao andar aberto para ver a paisagem, fotos de todos os ângulos do... mar! Gaivotas que acompanhavam o barco, tudo muito divertido. Passada essa primeira euforia, tédio total! Hora e meia de sono, dentro do carro, porque o frio estava de lascar, e o vento também... mas valeu muito a pena! Chegamos no paraíso! Levando-se em conta que saímos de casa às 2 da tarde de sexta, pegamos o ferry às 5 e chegamos na primeira ilha às 7 da noite, até que foi bom. O pior vinha depois: a primiera ilha era só de passagem. Alguns hotéis e restaurantes, poucas casas e muito movimento. Local bem animado. Decidimos não ficar lá e continuar a viagem, indo para a próxima ilha, onde passaríamos a noite. Outro ferryboat nos aguardava. Dessa vez só meia hora de travessia.

Chegamos na segunda ilha, já quase 9 da noite. Mortos de fome! Para nossa surpresa, não havia nenhum restaurante ou lanchonete abertos a essa hora. Como ainda não é verão, tudo fecha cedo! Fomos em busca de um hotel e adotamos o lema "quem dorme não sente fome". Mas nem tudo estava perdido! Arrumamos um hotel com um apartamento para a família toda: uma suíte de casal, uma sala com sofá-cama de casal, uma cozinha totalmente equipada, dois banheiros. Só faltava a cama da sogra! Ofereceram uma "roller-bed". O que seria isso??? Sorte! Uma cama de verdade só que com rodinhas para poder ser levada pra lá e pra cá!

Depois de nos instalarmos, saímos em busca de um mercado, indicado pela recepcionista. Ela disse que ficava aberto até às 11, mas fechava mesmo às 10. Nada feito... No caminho de volta para o hotel, encontramos um posto com loja de conveniência! Uêba! Compramos aquelas caixinhas de comida pronta e voltamos para o hotel! Barriga cheia, cama!



No dia seguinte, fomos direto para uma ilha mais ao norte onde fica o memorial dos irmãos Wright: os pretensos inventores do avião. Incrível como não se toca no nome de Santos Dumont! Outros inventores de geringonças voadoras são citados (provavelmente são todos americanos), mas de Dumont, nada! Bom, ciumeiras à parte, o lugar é espetacular! Além de grandes galpões em que se passa um filme sobre a história dos irmãos, painéis contam suas aventuras, modelos de seus aviões estão expostos, palestras são proferidas, do lado de fora há um monumento no topo de um morrete de onde eles pulavam com seus aviões. Pequenos marcos mostram aonde chegavam. Dois barracões mostram como viviam os irmãos enquanto faziam suas experiências. Tudo muito bem sinalizado e explicado. Impressionante! A gente quase sai convencida de que eles foram realmente os inventores do avião!



Outra atração dos Outer Banks são os faróis. Há quatro mais famosos. Todos são dos anos 1800 e cada um tem uma história para contar. Fazendo um parêntese: os americanos realmente sabem valorizar o que é deles. Tudo vira museu, réplica, dramatização, parque de visitação, lojinha de souvenir. Fecha parêntese. Um dos faróis é o mais alto da América e teve que mudar de lugar porque as águas estavam avançando e iam tirar-lhe o chão. Ele levou dois meses sendo arrastado para o novo local, cerca de uns 1000 metros mais pra dentro da costa. Visitamos três deles. Valeu! É muito bonito e sempre bom saber mais da história do país.



Ainda nos Outer Banks: dunas! Liiiindo! Tudo bem, também temos muitas dunas aí no Brasil. Sim, bem mais bonitas do que as daqui. Mas dunas são dunas. São sempre maravilhosas de se ver. Só que estava um frio de doer, porque a temperatura caiu e ventava o tempo todo. Por isso ficamos de longe, dentro do carro. Só Marcella e Beto se aventuraram a subir em um mirante num shopping para ver a vista para as dunas. Tiraram fotos, claro!

Para passar de uma ilha para outra, vai-se de ferryboat, em algumas; ou de ponte, em outras. Pontes enormes, diga-se de passagem (sem trocadilhos!).

Outer Banks: no verão deve ser s-e-n-s-a-c-i-o-n-a-l! Fica a dica pra quem quiser fazer uma viagem alternativa para os Estados Unidos.
A viagem continua...
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